Alunos da rede municipal realizam provas da primeira fase da Olimpíada de Matemática

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Foto: Arquivo / Decom

Nesta terça-feira (6), alunos de 22 escolas da rede municipal de ensino de Criciúma, que frequentam o ensino fundamental do 6º ao 9º ano, participaram da primeira da fase da prova da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). A avaliação visou estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área. A 13ª edição da competição integra o calendário de atividades do Biênio da Matemática Gomes de Sousa (2017-2018), sendo que neste ano, contará com a participação de estudantes de escolas particulares.

Segundo a secretária municipal de Educação, Roseli de Lucca, a participação dos estudantes na Obmep estimula o raciocínio lógico e o aprendizado da linguagem matemática. “A participação dos estudantes da rede municipal de Criciúma nas provas da Obmep mostra que as atividades da matemática têm suma importância para o futuro dos nossos alunos. Nesta segunda-feira, os profissionais foram nas unidades escolares preparar os alunos e finalizar os preparativos para a realização da prova. Essas atividades ajudam a reforçar os conteúdos de matemática de forma divertida”, destaca.

A prova durou 2 horas e 30 minutos e foi aplicada em três níveis, conforme o grau de escolaridade: N1 – 6º e 7º ano do ensino fundamental, N2 – 8º e 9º ano do ensino fundamental e N3 – ensino médio. Cada teste é composto por 20 questões de múltipla escolha. Os alunos classificados nesta etapa farão a 2ª fase, que será discursiva, marcada para o dia 16 de setembro.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Scheila da Rosa Rocha Serafim, a aplicação da Obmep nas escolas da rede ajuda a difundir uma nova visão sobre o ensino da disciplina. “A Olimpíada de Matemática desperta uma nova abordagem em sala de aula, mostra que a matemática não é esse bicho papão que muitos alunos consideram, e sim algo normal, que faz parte do cotidiano. A realização dessas provas é uma ferramenta valiosa para professores e estudantes”, afirma.

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