Caminhada marca Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes em Morro da Fumaça

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Faixas, balões, cartazes e conscientização. Entre as muitas frases carregadas pelas crianças e adolescentes estava: “Quem não denuncia também é cúmplice da violência”.

Aluna da Escola Pietro Maccari, Eleonora Bertan considera a data importante para as meninas. “Sofremos assédio diariamente. É importante manifestar nossa opinião e dizer que o assédio é constrangedor”, coloca.

O estudante Carlos Eduardo Jordão da Silva que caminhava junto aos colegas da escola Maurina de Souza Patrício enfatiza que a exploração tem que acabar. Segundo ele esta situação pode levar um suicídio, um trauma, a criança pode viver com medo e sob pressão.

Para um grupo do Colégio Interação, estar na caminhada é um incentivo, principalmente, para meninas que têm medo de denunciar. De acordo com eles é um apoio e um alerta para que este tipo de violência tenha fim.

Na concentração final em frente à sede da prefeitura, a coordenadora de Assistência Social, Elaine Bortolatto Serafin reforçou o Disque 100 e os órgãos que podem ser procurados como Conselho Tutelar, Delegacias especializadas e polícia para denúncia.

Durante toda a semana professores trabalharam o tema em salas de aula e uma psicóloga realizou bate-papo nas unidades com alunos do 6º ao 9º abordando o assunto e passando orientações sobre assédio e exploração que acontece tanto com meninos quanto meninas.

 

Colaboração: Kênia Casagrande / Assessoria de Imprensa do Governo Municipal de Morro da Fumaça

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